RESIDÊNCIAS COMPARTILHADAS PARA ADULTOS

RESIDÊNCIAS COMPARTILHADAS

SOLIDÃO? LONGE DE MIM!

Cada vez mais as residências compartilhadas para a terceira idade tem sido procuradas. O envelhecimento é um processo natural que acontece com homens e mulheres e que se inicia a partir do nascimento.

Contudo, os hábitos que adquirimos no dia a dia podem ser decisivos para a saúde na terceira idade. Eles podem acarretar em algumas limitações impostas pelo organismo que dificultam na realização de tarefas simples. Isso pode impossibilitar o idoso de morar sozinho.

Solidão na idade madura

Normalmente, a terceira idade é uma fase da vida caracterizada por muita solidão. Mas ao contrário do que alguns acreditam, muitos idosos sequer pensam em levar uma vida sozinhos.

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A alternativa encontrada por alguns está em morar na casa dos filhos. Alguns aproveitam a aposentadoria para realizar viagens e conhecer diferentes locais. Tanto em solo brasileiro ou ao redor do mundo.

Mas para quem não pode viajar muito e não é adepto de ficar abrigado na casa do genro ou da nora, a opção mais viável tem se tornado as residências compartilhadas para idosos.

GRUPO SAUDE

O modelo das Repúblicas de estudantes

As repúblicas ficaram muito conhecidas por jovens que estudavam em cidades distantes das que moravam. Hoje em dia, as repúblicas também têm atraído pessoas mais velhas. A facilidade de pagamento das mensalidades que são acessíveis ao bolso de quem já é aposentado é um grande atrativo. Em algumas moradias deste tipo, o valor gira em torno de R$150 se somado com as despesas da água, luz e gastos de gás, dependendo da localização e da cidade.

Casas de repouso

Por outro lado, as casas de repouso contam com o auxílio de diferentes profissionais para atender as necessidades de cada idoso, oferecendo cuidado médico e psicológico. Além disso, contam com um ambiente limpo, com acessibilidade adequada, especialmente, no caso de pessoas que se movimentam em cadeiras de rodas ou andadores, porém os valores das mensalidades giram em torno de R$ 3 mil e R$ 8 mil por mês. Ainda assim esses custos são menores do que em casa, pois para dar um tratamento adequado ao idoso, é preciso investimentos em equipamentos, serviços especializados, cuidado integral e, claro, adaptação do ambiente.

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De volta às repúblicas, a primeira voltada à terceira idade surgiu em Santos, no litoral de São Paulo, em 1995 e se estendeu para diferentes cidades do Brasil. Nessas moradias autônomas, os residentes ficam responsáveis pelos cuidados com a limpeza e dividem as tarefas igualmente para todos.

A vida em comunidade nas residências compartilhadas

As vantagens de viver em comunidade quando se está em idade avançada, são muitas. Uma delas é evitar o aparecimento da depressão, um transtorno mental que afeta a autoestima de ambos os sexos e faz com que a pessoa se sinta triste e desmotivada. A oportunidade de conhecer novas pessoas é mais um benefício. Isto porque, como a casa está sempre cheia de pessoas, é possível fazer novas amizades na convivência do dia a dia, o que ajuda a espantar a solidão e melhorar o humor.

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A diferença entre residir em uma republica e um asilo está no convívio social. Nos asilos, como os idosos não podem sair, o convívio acaba ficando limitado a apenas dentro do ambiente. Ou seja, não participam da sociedade, não conhecem novas pessoas e não têm vida produtiva e ativa culturalmente.
Nesse ambiente, eles ficam recolhidos e são mantidos pelo poder público ou por grupos religiosos.

Diferente dos asilos, nas repúblicas eles têm a liberdade para sair no momento em que desejam. Com isso, proporciona uma independência para frequentar bailes, festas da terceira idade ou para participar de programas sociais. Assim, o ambiente das repúblicas possibilita que a terceira idade mantenha a vida social ativa, além de estimular a convivência social.

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