OS 10 MAUS HÁBITOS AO TOMAR MEDICAMENTOS

UAU DICA 100


De acordo com o farmacêutico e coordenador do curso de Farmácia do Centro Universitário Campos de Andrade (Uniandrade), Javier Salvador Gamarra, a população não tem a cultura de ler a bula, onde constam as orientações e informações importantes. Isso contribui para que os pacientes adotem atitudes que prejudicam a ação do remédio e causam danos ao organismo. Veja o que você está fazendo errado no que se refere a tomar, armazenar e descartar medicamentos.

1) Combinar remédio com álcool

Bebida e álcool: mistura que não combina!

Bebida e álcool: mistura que não combina!

As bebidas alcoólicas não devem ser ingeridas com nenhum tipo de remédio. Álcool com aspirina (ou ácido acetilsalicílico) aumenta o risco de sangramento no estômago e no intestino; com anti-hipertensivos, pode gerar desmaios e arritmias cardíacas; com antidepressivos, pode potencializar o efeito do remédio; com calmante, pode provocar depressão do sistema nervoso central, parada respiratória e coma; com dipirona, pode intoxicar o fígado; com medicamentos para obesidade, pode gerar tontura e confusão mental;  com antibióticos, basicamente reduz o efeito e com anticoncepcionais, a ingestão excessiva de álcool pode inibir a ação da pílula.

2) Tomar remédio com o estômago vazio

Alguns medicamentos podem ser agressivos para o estômago se ele estiver vazio. Se você vai tomar antibiótico ou anti-inflamatório, é importante estar alimentado para proteger o órgão. Os remédios devem ser engolidos com água. Beber leite ou refrigerante junto pode prejudicar o efeito.

3) Fracionar no olhômetro

GRUPO SAUDE

Cortar o comprimido ao meio para tomar metade da dose tornou-se um costume, tanto é que existem cortadores de comprimidos à venda no mercado. No entanto, o ideal é obter o medicamento já dosagem correta.

CORTADOR PILBOX

O cortador Pilbox é o melhor cortador de pílulas do mercado. Clique na foto para saber mais.

4) Não mastigar “os mastigáveis”

Comprimidos mastigáveis foram feitos para ser mastigados. Deve-se mastigá-los e depois engoli-los. O efeito desses remédios começa já na boca. Ao engolir sem mastigar, o medicamento só começará a ser aproveitado pelo organismo no intestino.

5) Engolir os sublinguais

Este tipo de remédio deve ser colocado sob a língua e deixado lá até dissolver por completo. Essa forma de administração permite que a ação do medicamento seja mais rápida.

6) Não seguir o tempo do tratamento

Muitas pessoas param de tomar o medicamento assim que os sintomas melhoram. Isso faz com que os micro-organismos se adaptem e a doença se agrave posteriormente. Tomá-los tempo demais também traz consequências igualmente danosas. “Os anti-inflamatórios como diclofenaco e ibuprofeno podem gerar transtornos para os rins e para o fígado.

7) Guardá-los em ambientes úmidos ou quentes

Calor e umidade podem gerar contaminações, reações indesejadas e perda da concentração de ativos. Muitas pessoas armazenam remédios no armarinho do banheiro, acima da pia, mas esse hábito deve ser abolido. As pílulas e comprimidos também devem ser protegidos do sol.

8) Usar remédios vencidos

Verifique sempre a data de validade de seus medicamentos.

Verifique sempre a data de validade de seus medicamentos.

O remédio vencido não deve ser consumido, o laboratório fez testes para garantir qualidade, segurança e eficácia até a data de vencimento. Após essa data, o medicamento começa a perder efeito, e não tem sua eficácia garantida.

9) Descartar no lixo comum

Na hora de jogar fora, procure as caixas coletoras disponíveis em farmácias. O descarte no lixo ou no vaso sanitário faz com que os ativos do remédio contaminem o meio-ambiente, pois não são removidos em lixões, aterros sanitários ou estações de tratamento de esgoto.

10) Não organizar seus remédios e confundir-se na hora de tomá-los

As caixas comerciais são muito parecidas e podem levar a erros na hora de ingeri-los. Organizá-los por dia ou por semana, ajudará muito a evitar a ingestão errônea dos medicamentos. Porta comprimidos podem ser adquiridos no mercado, utilize aqueles que melhor se adaptam à sua necessidade.

Para usuários de smartphones, recomendamos acessar a loja de aplicativos para baixar programas que ajudam a lembrar os horários de seus medicamentos.

Fonte: Texto adaptado do original publicado pela Gazeta do Povo / Viver Bem / Saúde

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