MEDICAMENTOS FALSIFICADOS NÃO CURAM E FAZEM MAL À SAÚDE

MEDICAMENTOS FALSIFICADOS NÃO CURAM E FAZEM MAL À SAÚDE

O PERIGO REAL DOS MEDICAMENTOS FALSIFICADOS

A Organização Mundial da Saúde (OMS), alerta para o consumo de medicamentos falsificados que tem aumentado nos últimos anos em todas as partes do mundo com destaque para o Brasil. Essa prática é extremamente perigosa, pois quem compra acredita estar adquirindo produtos verdadeiros. Os riscos aos quais o paciente se expõe são sérios e poderá inclusive, agravar ainda mais os problemas. Por essa razão, é extremamente importante prestar muita atenção.

O QUE ELES CONTÊM?

Dentre os falsificados, estão aqueles que contêm o ingrediente ativo correto, mas em uma dose mais alta ou mais baixa. Há também os que não possuem algum ingrediente ativo, ou contêm um outro, não declarado. Podem ser também remédios cuja data de validade foi alterada, ou que são vendidos com embalagens, ou panfletos de informações falsos. Por fim, podem ser produtos de cargas roubadas e vendidos sem nota fiscal.

Veja alguns cuidados listados pela ANVISA que devem ser tomados para evitar a compra de medicamentos falsificados:

Só tome medicamentos por receita do seu médico

Nada de seguir conselhos de vizinhos, de pessoas da família ou de balconistas de farmácia ou drogaria. Você pode ter surpresas com doses erradas, efeitos imprevistos ou até agravar uma doença por tomar um medicamento errado e sem efeito.

Nunca compre medicamentos em feiras e camelôs

Só compre medicamentos em farmácias e drogarias, de preferência aquelas que você já conhece. Muita atenção com promoções e liquidações: preços muito baixos podem indicar que o medicamento tem origem duvidosa, nenhuma garantia de qualidade, fora da validade ou até mesmo pode ser produto roubado.

Exija sempre a nota fiscal da farmácia ou drogaria.

Guarde com você a nota fiscal, a embalagem e a cartela ou frasco do medicamento que está sendo usado. Eles são seu comprovante, em caso de irregularidade, para você poder dar queixa.

GRUPO SAUDE

Se o medicamento deixar de fazer efeito, procure imediatamente seu médico

Se o medicamento que sempre foi eficaz deixar de fazer efeito de repente ou se a pessoa que está usando o medicamento piorar, recorra ao médico. Ele vai corrigir o tratamento da doença e, se for o caso, passar o assunto para a Vigilância Sanitária investigar.

MEDICAMENTOS FALSIFICADOS NÃO CURAM E FAZEM MAL À SAÚDE

Na hora da compra, verifique sempre:

  • Se consta a data de validade do medicamento.
  • Se o nome do medicamento está bem impresso e pode ser lido facilmente.
  • Se não há rasgos, rasuras ou alguma informação que tenha sido apagada ou raspada.
  • Se consta o nome do farmacêutico responsável pela fabricação e o número de sua inscrição no Conselho Regional de Farmácia. O registro do farmacêutico responsável deve ser do mesmo Estado em que a fábrica do medicamento está instalada.
  • Se consta o número do registro do medicamento no Ministério da Saúde.
  • Se o número do lote, que vem impresso na parte de fora, é igual ao que vem impresso no frasco ou na cartela interna.

Não compre medicamentos com embalagens amassadas, lacres rompidos, rótulos que se soltam facilmente ou estejam apagados e borrados.

Se você costuma usar um medicamentos e já o conhece bem, ao comprar uma nova caixa não deixe de verificar:

  • Se a embalagem que você está acostumado a ver mudou de cor, de formato ou se o tamanho das letras no nome do produto foi alterado;
  • Se o sabor, a cor ou a forma do produto mudou.
  • Soros e xaropes devem vir com lacre (isso é obrigatório para todos os medicamentos líquidos).
  • A bula não pode ser uma cópia xerox
  • Se a bula do medicamento não for original, não aceite o produto.

MEDICAMENTOS FALSIFICADOS NÃO CURAM E FAZEM MAL À SAÚDE

Peça ajuda ao farmacêutico

Peça ajuda ao farmacêutico responsável pela farmácia ou drogaria para identificar os dados do medicamento (validade, etc). É possível que você tenha dificuldades, porque a posição das informações (validade, lote etc.) na embalagem varia, de um produto para outro: às vezes na tampa, às vezes no fundo ou na lateral das caixas. Verifique se o profissional que está lhe atendendo é o farmacêutico. O nome dele deve estar escrito em uma placa em local visível na farmácia ou drogaria. Este profissional deve identificar-se.

Caso vá aplicar uma injeção na própria farmácia ou drogaria, compre primeiro a medicação e verifique tudo o que foi dito acima. Só depois disso peça para fazer sua aplicação, que deve ser supervisionada pelo farmacêutico.

Em caso de suspeita ou diferença encontrada, faça o seguinte:

  • Ligue grátis para o Disque Saúde (0800-611997) e peça orientação;
  • Entre em contato com a Secretaria de Saúde local – Centro de Vigilância Sanitária e conte o que aconteceu;
  • Ligue para o serviço de atendimento ao cliente do laboratório que fabrica o medicamento suspeito.

OS RISCOS

Os efeitos que os medicamentos falsificados podem ter sobre seu organismo são variados e nunca positivos. Se ele tiver sido diluído, a doença que deveria ser tratada permanece ou pode até piorar, enquanto você acredita que está tratando-a corretamente. Se a fórmula do remédio tiver sido alterada, você corre risco de ser intoxicado. Caso os medicamentos sejam verdadeiros, mas tenham sido roubados e contrabandeados, nada garante que as condições de higiene e conservação tenham sido respeitadas, o que pode vir a causar riscos para a sua saúde.

Prestar atenção a esses fatores é muito importante para se prevenir. Somente adquira remédios em farmácias e drogarias reconhecidas e regularizadas pela Vigilância Sanitária e não se esqueça de exigir nota fiscal: os riscos serão bem menores!

Fonte: www.anvisa.gov.br

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