FRATURAS EM IDOSOS SÃO MAIS GRAVES

FRATURAS EM IDOSOS

O PERIGO PODE ESTAR DENTRO DE CASA

São vários o motivos pelos quais podemos afirmar que fraturas em idosos são mais graves. Fraturas de fêmur, quadris, braços e costelas são bastante frequentes nos idosos e sua recuperação bastante complicada. A melhor maneira de evitar isso é a prevenção, que além da atenção, deve também considerar a adaptação da casa onde o idoso vive. Isso não significa transformar a casa em um hospital, muito pelo contrário, é a oportunidade de dar uma cara nova e moderna à sua residência.

FRATURAS EM IDOSOS

FRATURA NA COSTELA

As quedas mais frequentes se dão no banheiro, em pisos cerâmicos ou tapetes sem antiderrapantes.  Nem sempre as quedas levam à fratura, mas pode ocorrer um processo inflamatório bastante doloroso ou hematomas de grande expressividade, dada a sensibilidade da pele do idoso.

CAIXA TORÁXICA

Um dos maiores conjuntos de ossos do corpo humano e que pode trazer complicações sérias no caso de fraturas, é a caixa torácica, também conhecida como costelas. Apesar de ser feita de vários tipos de ossos e cartilagens, é uma das mais complicadas e dolorosas das áreas do corpo a serem tratadas em casos de traumas.

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A principal função da caixa torácica é a proteção. Ela forma uma barreira que envolve o coração e os pulmões. O esterno, um dos ossos mais resistentes, fica diretamente sobre o coração e é o que mais oferece proteção. A caixa torácica também serve como uma câmara onde os pulmões podem se expandir para a respiração. Os músculos entre as costelas fazem a caixa subir durante a inspiração e contraem durante a expiração.

A consolidação da fratura de costela ocorre com ela em movimento. Qualquer imobilização que restrinja o movimento das costelas pode ser muito prejudicial à respiração do indivíduo.

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FRATURAS EM IDOSOS

O tratamento do trauma torácico com fraturas de costelas consiste em controlar a dor para manter a fisiologia normal da respiração apesar da fratura. As ações incluem a analgesia agressiva (controle da dor) e o estímulo à respiração, que pode ser feito de duas maneiras:

  • Passiva: com o paciente respirando mais profundamente e movimentando adequadamente a caixa torácica
  • Ativa: quando são utilizados equipamentos que levam ar para os pulmões com o uso de pressão positiva.

OUTRAS COMPLICAÇÕES ALÉM DAS FRATURAS EM IDOSOS

Além das fraturas em idosos, é importante lembrar que o organismo idoso normalmente trabalha próximo do limite de sua capacidade. Eventualmente, o idoso também pode portar doenças crônicas como diabetes, hipertensão arterial sistêmica, aterosclerose, insuficiência renal, doença pulmonar crônica, etc. Por essa razão, o idoso pode demorar mais tempo para consolidar as fraturas de costelas. Pode também ter maior risco de complicações como pneumonia e infecção, que muitas vezes, requer internação hospitalar.

Dores intensas e agudas são os indicadores mais comuns de que uma costela foi quebrada. Pode apresentar dificuldade de respirar, se movimentar ou tocar na área avariada. A dor também pode piorar com a palpação principalmente na costela e no local onde houve a fratura. Pode ou não existir edemas ou hematomas no local do trauma.

Um médico pode realizar os procedimentos investigativos corretos. Através de radiografias ou outros recursos pode-se confirmar uma contusão e garantir que a costela não esteja projetada para as áreas vitais. Quanto mais rápido for feito o diagnóstico, maior a chance do paciente se recuperar sem sequelas.

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