ASMA SOB CONTROLE E BEM CUIDADA

ASMA SOB CONTROLE E BEM CUIDADA

COMO CONTROLAR E CUIDAR DA ASMA

Manter a asma sob controle é fundamental, pois trata-se de uma doença que determina crises de falta de ar.  Ocorre dificuldade de entrada de ar pulmões e principalmente, na sua saída. Esta dificuldade é consequência de um processo inflamatório crônico das vias aéreas. Como consequência, ocorre a liberação de substâncias contraem os músculos que envolvem os brônquios e causando a dificuldade na respiração.

É uma das doenças crônicas mais comuns que afeta tanto crianças quanto adultos. Estima-se que no Brasil existam aproximadamente 20 milhões de asmáticos. A asma é uma causa importante de faltas escolares e no trabalho e é a terceira ou quarta causa de hospitalizações pelo SUS.

Os principais sintomas são:

  • Falta de ar ou dificuldade para respirar
  • Sensação de aperto no peito ou peito pesado
  • Chiado no peito
  • Tosse

Esses sintomas variam durante o dia, podendo piorar à noite ou de madrugada e com as atividades físicas. Os sintomas também variam bastante ao longo do tempo. Às vezes desaparecendo sozinhos, mas a asma continua lá, uma vez que não tem cura.

A causa exata da asma ainda não é conhecida, mas acredita-se que é causada por um conjunto de fatores. Pode ser genético (história familiar de alergias respiratórias – asma ou rinite) e ambiental.

ASMA SOB CONTROLE E BEM CUIDADA

anatomia da asma

Os principais agentes causadores da asma são:

  • Pó domiciliar
  • Ácaros
  • Fungos
  • Pólens
  • Animais de estimação
  • Fezes de barata
  • Infecções virais
  • Fumaça de cigarro
  • Poluição ambiental
  • Exposição ao ar frio

ASMA SOB CONTROLE E BEM CUIDADA

Fazer o chamado tratamento de manutenção é o principal segredo para garantir a qualidade de vida de quem tem asma. Na prática, isso significa não procurar ajuda médica somente nos momentos de crise, mas cuidar da doença ao longo do tempo.

GRUPO SAUDE

A adesão ao tratamento, ou seja, levar o tratamento a sério e não interrompê-lo, é considerado um grande problema das doenças crônicas, como é o caso da asma, quando metade ou mais dos pacientes acaba abandonando o tratamento tão logo apresentam melhoras. É um problema muito sério, porque os pacientes que aderem menos ao tratamento se expõem ao risco de maior número de crises e a asma pode ser eventualmente fatal na crise.

A baixa adesão ao tratamento contínuo é motivada principalmente pela falta de conhecimento. Isso é comum, por exemplo, nos casos de pessoas que vão a unidades de emergência no momento agudo do problema, recebem uma medicação para alívio dos sintomas e não são informadas sobre a necessidade de procurar um especialista para iniciar ou manter um tratamento contínuo. Sem esse tratamento, o paciente vai ser eternamente atendido apenas em crises e receber tratamento inadequado que vai aliviar aquela crise momentânea.

ASMA SOB CONTROLE E BEM CUIDADA

Medicamentos

Ao utilizar medicamentos de alívio (os chamados broncodilatadores) no momento da crise, o paciente apresenta uma melhora imediata, mas está longe de manter o problema sob controle. Isso porque esses remédios, comuns nas conhecidas bombinhas, não agem no combate à inflamação das vias aéreas causadora da asma. O paciente não vai ficar muito tempo com o alívio, vai ter de continuar usando o medicamento cada vez em maiores quantidades. E isso não resolve a causa do problema.

ASMA SOB CONTROLE E BEM CUIDADA

É muito importante que o portador da asma procure um médico especializado e não abandone o tratamento quando sentir a melhora. Considera-se controlado o paciente que não precise de remédios ou consultas de urgência e que não acorde durante a noite por causa da asma por pelo menos 1 ano. Esse paciente está ótimo, perfeitamente controlado.

Para chegar a esse ponto, a troca de informações entre médico e paciente é fundamental. O profissional deve, inclusive, ensinar ao portador da asma a diferença entre o corticosteroide (remédio normalmente utilizado no combate prolongado à doença) e o broncodilatador (capaz de trazer o alívio imediato e que deve ser usado em momentos indicados). O paciente precisa entender que o que estabelece o controle da doença e melhora a qualidade de vida é o tratamento de manutenção e não o de alívio temporário.

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